Recursos

23 04 2009

Em primeiro lugar, desculpem o abandono. Depois falo sobre isso.

Agora sim, fiquem com o post.

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Incrível como eu que nunca tive problemas financeiros uso minhas ferramentas de trabalho até o limite da sua produtividade, enquanto algumas pessoas que reclamam da falta de dinheiro esbajam dos recursos do governo descartando ferramentas ainda úteis.

Exemplo bobo: hoje fui usar um tubo de cola e ele estava entupido. Desmontei e pus-me a desentupi-lo. Daí aparece uma servidora aqui e manda eu jogar ele fora e buscar outro no almoxarifado. Detalhe que ele estava cheio. Custava desentupir com um clipe e voltar a usar?

Sim. Custa. Custa no bolso da gente.

Outro dia essa mesma servidora jogou fora um grampeador porque ele não estava grampeando direito. (Eu tenho quase certeza que ele não estava grampeando direito porque o grampo era meio vagabundo, mas tudo bem). Depois que ela saiu eu peguei o grampeador e levei pra casa pra gente doar pra alguma escola.

Afinal, custa do bolso da gente.

Agora isso foram duas situações que aconteceram entre duas pessoas apenas. Imaginem num universo de 1400 servidores da secretaria.

Podem me tacar pedras, mas pra mim tem pobre que é pobre porque merece.





“Politicômetro”

2 06 2008

Talvez esse teste da revista Veja lhe ajude a descobrir qual sua posição política atual:

http://veja.abril.com.br/idade/testes/politicometro/politicometro.html

O meu resultado, como não poderia deixar de ser, insosso político como sou, foi esse:

Politicômetro





Encontro das águas… sujas

19 05 2008

Encontro das águas

19:41:07 Layla Tabosa: vo pra iranduba quinta
(…)
19:42:15 (Dr.) Conte: eu vou pro encontro das águas quinta
19:42:47 Layla Tabosa: ulha, vai de quê?
19:43:03 (Dr.) Conte: se eu estivesse em forma, ia nadando
19:43:08 (Dr.) Conte: mas vou de barco mesmo
19:43:14 (Dr.) Conte: lembra que eu disse que receberiamos visita
19:43:18 (Dr.) Conte: ela chega essa madrugada
19:43:23 Layla Tabosa: sim
19:43:27 (Dr.) Conte: uma americana
(…)
19:43:49 Layla Tabosa: divertido
19:44:09 (Dr.) Conte: dae vamos levá-la lá pra ver a água suja de merda misturar com a água suja de barro
19:44:19 Layla Tabosa: kkkk





Memórias, não são só memórias

6 04 2008

60% daquilo que meus sentidos captam, é automaticamente deletado após o processo. 39% é armazenado em alguma pasta num diretório longíncuo, de dificil acesso, criptografado, e semi-corrompido.
1% eu anoto.





Capital do Crime – último dia

23 03 2008

Brasília, 20 de março de 2008.

Tomamos café da manhã cedo, pegamos o taxi e partimos para o aeroporto… Cruzamos o Eixo Monumental e fomos nos afastando daquela penitenciária a céu aberto do centro do poder nacional. Despachamos a mala e demos uma volta nas lojinhas do aeroporto. Curiosamente a loja com arquivos mais bonitos de interessantes se chama “Chamma da Amazônia”… Depois dessa realmente estava na hora de voltar pra casa.

O avião saiu às 11:20am (horário de Brasília), e chegou em Manaus 1:30pm (horário de Manaus). Ao passar pelas ruas da cidade senti falta da organização do crime urbana que a capital de Lúcio Costa possui com seu Plano Piloto. Mas só.

Quando se está em Brasília, depois que você conheceu o Eixo Monumental, viu os prédios, a ponte, e foi nos shoppings, é hora de voltar pra casa, que as atrações acabaram.

Encerra aqui a minha saga Candanga. Em 2013 quando eu voltar lá pra renovar novamente o visto americano, eu faço a segunda edição da série.





Capital do Crime – dia 4

21 03 2008

Brasília, 19 de março de 2008.

Nada de emocionante ou interessante para se contar sobre este dia. Exceto o fato de eu ter visto o carro que parecia o presidencial, escoltado, fazendo a volta no Eixo Monumental em direção à Asa Sul, e provavelmente ao aeroporto. Olha o Lula indo!

Encontramos mais amigos velhos, rs, e de tarde passeamos pela cidade pela última vez. Conheci a maquete da cidade que fica num museu subterrâneo embaixo da Praça dos Três Poderes.

Mas eu tenho mais umas notinhas sobre Brasília…





Marisa

18 03 2008

De mulher pra mulher...

A dúvida que não me sai da cabeça: a dona Marisa, com cartão corporativo com limite de 1 milhão de reais, compra roupa na Marisa?





Notas sobre Brasília

18 03 2008

Se algum dia você precisar vir a Brasília. Talvez alguma dessas informações possam te ajudar:

  • Tudo aqui é muito bem setorizado e fácil de assimilar as localizações das coisas. Mas tudo é muito longe também. Quase sempre é preciso pegar um táxi para ir para onde ser quer. Mas o preço é relativamente barato comparado ao de Manaus. Com 20 reais dá pra atravessar a cidade. Isso é praticamente o que eu gasto indo pra facul.
  • Eu vivo com a garganta seca e tenho bebido muito mais água. Isso porque a umidade aqui é mínima. Ao contrário de Manaus, onde a umidade é 150% e se bebe água por osmose.
  • Por ser uma cidade projetada, ela é toda dividida por setores com objetivos específicos: hotelaria, comércio, bancos, indústrias, entre outros. Sabendo disso basta uma olhada atenta a um bom mapa, que mostre as posições desses setores e você consegue encontrar as coisas com facilidade.
  • Os preços das coisas aqui, com exeção de alimentos e tecnologias, são iguais ou mais caros que os de Manaus.

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Obrigado Layla.





Capital do Crime – dia 3

18 03 2008

Brasília, 18 de março de 2008.

De manhã cedo fomos à Embaixada Americana dar entrada com o pedido de renovação do visto americano. Proibido levar qualquer aparelho eletrônico, ou seja, ipod, celular e laptop ficaram no hotel escondidos na mala.Revista policial na entrada digna de aeroporto para uma viagem internacional. Entrando e atravessando o jardim, nos ajuntamos a uma fila de umas 50 pessoas, que logo chegaria a umas 100 pessoas. 45 minutos de espera para apresentar os documentos. 15 minutos para se entrevistados. 3 minutos de entrevista. Espanto do funcionário consular com os 16 carimbos de entrada nos EUA – “se esse povo quisesse ficar lá, já tinha ficado” – perguntou com que frequência íamos para os EUA, quem era (nome do nosso amigo que nos hospeda sempre que chegamos lá) e enfim, a aprovação. =D

Mas a missão não ainda não estava completa. Ainda pagamos mais uma taxa na agência do SEDEX que tinha lá dentro mesmo, para enviarem os passaportes vistados pra casa.

De tarde, Casa Park, CTIS, Carrefour, ParkShopping, LeRoy. Todas na EPIA. Todas a pé.





Capital do Crime – dia 2

18 03 2008

Brasília, 17 de março de 2008.

Acordamos 7am hoje, ainda com algum sono nos olhos, e estranhando um pouco o horário. A causa é a pequena mudança de fuso: na nossa cabeça eram 6pm, hora de Manaus. Descemos para tomar café e saímos de táxi para pagar uma taxa no Citibank, único banco autorizado a receber o pagamento pelo consulado americano.

 

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Antes que eu me esqueça, aproveito para explicar que o motivo desta viagem é a renovação do visto de turista americano.
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O taxista deu uma volta no quarteirão e mostrou que na esquina havia o Centro Comercial Varig onde há 3 meses atrás havia aberto uma nova agência do banco. Dava pra gente ter ido a pé. Mas pra não fazer uma viagem perdida meu pai pediu ao taxista que nos levasse por todo o Eixo Monumental para vermos os cartões postais de Brasília, que não é praticamente nada a mais que aquilo.

Passamos na frente do Boulevard Shopping, <sotaque-goiano_mode=on> Aí tem de tudo que ocê possa imaginarrr, escrritórrrio, dentista, loja, prrrostituição e igrrrreja. Tem de tuuudo!<sotaque-goiano_mode=off> Mostrou o Conjunto Nacional (para os leitores manauaras é o nosso Amazonas Shopping), aquele shopping que eu disse no último post que parece uma rodoviária.

 

 

 

 

Esplanada dos Ministérios

 

 

Entramos na Esplanada dos Ministérios, que começa com o Museu Nacional e a Catedral Metropolitana Nacional. Esperando o sinal vermelho abrir, olhando para o recém inaugurado museu, a mais nova obra de Niemeyer em Brasília, o amigo taxista definiu: eu acho uma grande marrrmota.

Brilhante. Eu não conseguiria ser tão suscinto.

 

 

Bras�lia Shopping

 

 

Demos a volta completa, voltamos pro Setor Comercial Norte, e ele nos deixou no Brasília Shopping (para os leitores manauaras é o nosso Millenium Mall), que parece pulmões e coração, segundo Niemeyer, mas não foi ele quem projetou. Saímos, paguei o taxi, perguntamos o nome e ele respondeu: Romário, mas não sô do Vasco não!

De tarde encontramos amigos. Amanhã é dia da entrevista.