
A dúvida que não me sai da cabeça: a dona Marisa, com cartão corporativo com limite de 1 milhão de reais, compra roupa na Marisa?

A dúvida que não me sai da cabeça: a dona Marisa, com cartão corporativo com limite de 1 milhão de reais, compra roupa na Marisa?
Se algum dia você precisar vir a Brasília. Talvez alguma dessas informações possam te ajudar:
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Obrigado Layla.
Brasília, 18 de março de 2008.
De manhã cedo fomos à Embaixada Americana dar entrada com o pedido de renovação do visto americano. Proibido levar qualquer aparelho eletrônico, ou seja, ipod, celular e laptop ficaram no hotel escondidos na mala.Revista policial na entrada digna de aeroporto para uma viagem internacional. Entrando e atravessando o jardim, nos ajuntamos a uma fila de umas 50 pessoas, que logo chegaria a umas 100 pessoas. 45 minutos de espera para apresentar os documentos. 15 minutos para se entrevistados. 3 minutos de entrevista. Espanto do funcionário consular com os 16 carimbos de entrada nos EUA – “se esse povo quisesse ficar lá, já tinha ficado” – perguntou com que frequência íamos para os EUA, quem era (nome do nosso amigo que nos hospeda sempre que chegamos lá) e enfim, a aprovação. =D
Mas a missão não ainda não estava completa. Ainda pagamos mais uma taxa na agência do SEDEX que tinha lá dentro mesmo, para enviarem os passaportes vistados pra casa.
De tarde, Casa Park, CTIS, Carrefour, ParkShopping, LeRoy. Todas na EPIA. Todas a pé.
Brasília, 17 de março de 2008.
Acordamos 7am hoje, ainda com algum sono nos olhos, e estranhando um pouco o horário. A causa é a pequena mudança de fuso: na nossa cabeça eram 6pm, hora de Manaus. Descemos para tomar café e saímos de táxi para pagar uma taxa no Citibank, único banco autorizado a receber o pagamento pelo consulado americano.
O taxista deu uma volta no quarteirão e mostrou que na esquina havia o Centro Comercial Varig onde há 3 meses atrás havia aberto uma nova agência do banco. Dava pra gente ter ido a pé. Mas pra não fazer uma viagem perdida meu pai pediu ao taxista que nos levasse por todo o Eixo Monumental para vermos os cartões postais de Brasília, que não é praticamente nada a mais que aquilo.
Passamos na frente do Boulevard Shopping, <sotaque-goiano_mode=on> Aí tem de tudo que ocê possa imaginarrr, escrritórrrio, dentista, loja, prrrostituição e igrrrreja. Tem de tuuudo!<sotaque-goiano_mode=off> Mostrou o Conjunto Nacional (para os leitores manauaras é o nosso Amazonas Shopping), aquele shopping que eu disse no último post que parece uma rodoviária.

Entramos na Esplanada dos Ministérios, que começa com o Museu Nacional e a Catedral Metropolitana Nacional. Esperando o sinal vermelho abrir, olhando para o recém inaugurado museu, a mais nova obra de Niemeyer em Brasília, o amigo taxista definiu: eu acho uma grande marrrmota.
Brilhante. Eu não conseguiria ser tão suscinto.

Demos a volta completa, voltamos pro Setor Comercial Norte, e ele nos deixou no Brasília Shopping (para os leitores manauaras é o nosso Millenium Mall), que parece pulmões e coração, segundo Niemeyer, mas não foi ele quem projetou. Saímos, paguei o taxi, perguntamos o nome e ele respondeu: Romário, mas não sô do Vasco não!
De tarde encontramos amigos. Amanhã é dia da entrevista.