Capital do Crime - dia 2
18 03 2008Brasília, 17 de março de 2008.
Acordamos 7am hoje, ainda com algum sono nos olhos, e estranhando um pouco o horário. A causa é a pequena mudança de fuso: na nossa cabeça eram 6pm, hora de Manaus. Descemos para tomar café e saímos de táxi para pagar uma taxa no Citibank, único banco autorizado a receber o pagamento pelo consulado americano.
Antes que eu me esqueça, aproveito para explicar que o motivo desta viagem é a renovação do visto de turista americano.
O taxista deu uma volta no quarteirão e mostrou que na esquina havia o Centro Comercial Varig onde há 3 meses atrás havia aberto uma nova agência do banco. Dava pra gente ter ido a pé. Mas pra não fazer uma viagem perdida meu pai pediu ao taxista que nos levasse por todo o Eixo Monumental para vermos os cartões postais de Brasília, que não é praticamente nada a mais que aquilo.
Passamos na frente do Boulevard Shopping, <sotaque-goiano_mode=on> Aí tem de tudo que ocê possa imaginarrr, escrritórrrio, dentista, loja, prrrostituição e igrrrreja. Tem de tuuudo!<sotaque-goiano_mode=off> Mostrou o Conjunto Nacional (para os leitores manauaras é o nosso Amazonas Shopping), aquele shopping que eu disse no último post que parece uma rodoviária.

Entramos na Esplanada dos Ministérios, que começa com o Museu Nacional e a Catedral Metropolitana Nacional. Esperando o sinal vermelho abrir, olhando para o recém inaugurado museu, a mais nova obra de Niemeyer em Brasília, o amigo taxista definiu: eu acho uma grande marrrmota.
Brilhante. Eu não conseguiria ser tão suscinto.

Demos a volta completa, voltamos pro Setor Comercial Norte, e ele nos deixou no Brasília Shopping (para os leitores manauaras é o nosso Millenium Mall), que parece pulmões e coração, segundo Niemeyer, mas não foi ele quem projetou. Saímos, paguei o taxi, perguntamos o nome e ele respondeu: Romário, mas não sô do Vasco não!
De tarde encontramos amigos. Amanhã é dia da entrevista.