Politicômetro
Teste da revista Veja sobre posição política.
http://veja.abril.com.br/idade/testes/politicometro/politicometro.html
O meu resultado, como não poderia deixar de ser, foi esse:

Teste da revista Veja sobre posição política.
http://veja.abril.com.br/idade/testes/politicometro/politicometro.html
O meu resultado, como não poderia deixar de ser, foi esse:

Brasília, 20 de março de 2008.
Tomamos café da manhã cedo, pegamos o taxi e partimos para o aeroporto… Cruzamos o Eixo Monumental e fomos nos afastando daquela penitenciária a céu aberto do centro do poder nacional. Despachamos a mala e demos uma volta nas lojinhas do aeroporto. Curiosamente a loja com artigos mais bonitos e interessantes se chama “Chamma da Amazônia”… Depois dessa realmente estava na hora de voltar pra casa.
O avião saiu às 11:20am (horário de Brasília), e chegou em Manaus 1:30pm (horário de Manaus). Ao passar pelas ruas da cidade senti falta da organização do crime urbana que a capital de Lúcio Costa possui com seu Plano Piloto. Mas só.
Quando se está em Brasília, depois que você conheceu o Eixo Monumental, viu os prédios, a ponte, e foi nos shoppings, é hora de voltar pra casa, que as atrações acabaram.
Encerra aqui a minha saga Candanga. Em 2013 quando eu voltar lá pra renovar o visto americano, quem sabe eu faça uma segunda edição da série.
Brasília, 19 de março de 2008.
Nada de emocionante ou interessante para se contar sobre este dia. Exceto o fato de eu ter visto o carro que parecia o presidencial, escoltado, fazendo a volta no Eixo Monumental em direção à Asa Sul, e provavelmente ao aeroporto. Olha o Lula indo!
Encontramos mais amigos velhos, e de tarde passeamos pela cidade pela última vez. Conheci a maquete da cidade que fica num museu subterrâneo embaixo da Praça dos Três Poderes.
Mas eu tenho mais umas notinhas sobre Brasília…
Brasília, 18 de março de 2008.
De manhã cedo fomos à Embaixada Americana dar entrada com o pedido de renovação do visto americano. É proibido levar qualquer aparelho eletrônico, ou seja, iPod, celular e laptop ficaram no hotel. Revista policial na entrada digna de aeroporto para uma viagem internacional. Entrando e atravessando o jardim, nos ajuntamos a uma fila de umas 50 pessoas, que logo chegaria a umas 100 pessoas. 45 minutos de espera para apresentar os documentos. 15 minutos para se entrevistados. 3 minutos de entrevista. Espanto do funcionário consular com os 16 carimbos de entrada nos EUA – “se esse povo quisesse ficar lá, já tinha ficado” – perguntou com que frequência íamos para os EUA, quem era (nome do nosso amigo que nos hospeda sempre que chegamos lá) e enfim, a aprovação.
Mas a missão não ainda não estava completa. Ainda pagamos mais uma taxa na agência do SEDEX que tinha lá dentro mesmo, para enviarem os passaportes vistados pra casa.
De tarde, fomos ao Casa Park, CTIS, Carrefour, ParkShopping, LeRoy. Todas na EPIA. Todas a pé.
Brasília, 17 de março de 2008.
Acordamos 7am hoje, ainda com algum sono nos olhos, e estranhando um pouco o horário. A causa é a pequena mudança de fuso: na nossa cabeça eram 6pm, hora de Manaus. Descemos para tomar café e saímos de táxi para pagar uma taxa no Citibank, único banco autorizado a receber o pagamento pelo consulado americano.
O taxista deu uma volta no quarteirão e mostrou que na esquina havia o Centro Comercial Varig onde há 3 meses atrás havia aberto uma nova agência do banco. Dava pra gente ter ido a pé. Mas pra não fazer uma viagem perdida meu pai pediu ao taxista que nos levasse por todo o Eixo Monumental para vermos os cartões postais de Brasília, que não é praticamente nada a mais que aquilo.
Passamos na frente do Boulevard Shopping, <sotaque-goiano_mode=on> Aí tem de tudo que ocê possa imaginarrr, escrritórrrio, dentista, loja, prrrostituição e igrrrreja. Tem de tuuudo!<sotaque-goiano_mode=off> Mostrou o Conjunto Nacional, aquele shopping que eu disse no último post que parece uma rodoviária.

Entramos na Esplanada dos Ministérios, que começa com o Museu Nacional e a Catedral Metropolitana Nacional. Esperando o sinal vermelho abrir, olhando para o recém inaugurado museu, a mais nova obra de Niemeyer em Brasília, o amigo taxista definiu: eu acho uma grande marrrmota.
Brilhante. Eu não conseguiria ser tão suscinto.

Demos a volta completa, voltamos pro Setor Comercial Norte, e ele nos deixou no Brasília Shopping, que parece dois pulmões e o coração. Saímos, paguei o taxi, perguntamos o nome e ele respondeu: Romário, mas não sô do Vasco não!
De tarde encontramos amigos. Amanhã é o dia da entrevista.
Brasília, 16 de março de 2008.
Escrevo da salinha de wifi do Hotel Aristus. Um dos melhores hotéis do Brasil de 1987… O hotel tem 2 andares, fica no Setor Hoteleiro Norte, perto do Eixo Momumental Oeste, Esplanada dos Ministérios e o Palácio do Planalto, onde deve estar o palhaço do Planalto.
Saímos com chuva de Manaus, e ela nos fez companhia até aqui, mas deve ter seguido na escala até o Rio de Janeiro, porque quando saímos já estava um clima mais tranquilo. O prefeito estava do nosso lado no avião, mas graças a Deus, chegamos todos vivos. Um amigo dos meus pais nos buscou no aeroporto. Apesar de ser proibido o estacionamento num determinado local das vias de acesso na frente do aeroporto, havia carros em fila dupla.
Viemos do aeroporto cruzando os 7km da Asa Sul, vendo vários condomínios, e outras construções pitorescas, como a rodoviária que parece um shopping e o shopping que parece uma rodoviária. Fazendo um retorno pra entrar no Setor Hoteleiro Norte, vimos de longe o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana Nacional, o Teatro Nacional, chegamos ao hotel, mas como hoje era domingo, em vez do Jornal Nacional, tava passando o Fantástico.
Pretendo contar das minhas peripércias diariamente, ou sempre que eu tiver tempo pra acessar a internet aqui no hotel.