Curioso

O pastor sai de seu Ford Fusion e adentra na igreja para fazer seu sermão criticando o amor ao dinheiro.

O padre acerta, durante um banquete com os bispos, os próximos passos da campanha de ajuda aos famintos.

A feminista mostra os peitos na televisão, uma semana depois de criticar a superexposição do corpo feminino na mídia.

O ativista ambiental acha que salva o mundo usando ecobags, mas só viaja de avião e banho, só com chuveiro elétrico.

O advogado twitta das Bahamas sobre o quanto leva uma vida sofrida.

O socialista marxista leninista stalinista troskista castrista chavista sonha em ser líder do sindicato para receber um pouco mais, trabalhando um pouco menos.

Nada disso necessariamente é errado. É apenas curioso.

Prática

Por Adrienne Nascimento.

Lembro de quando comecei o curso de Inglês. Eu estudava em casa, treinava minha pronúncia, fazia exercícios de gramática e, modéstia à parte, eu me saía muito bem nisso. Na sala de aula, porém, eu não falava, não treinava minha fluência porque eu tinha vergonha de falar em público e não lutava contra isso por simplesmente achar que não precisava, que eu já sabia estruturas gramaticais suficientes para tirar boas notas e ser considerada uma boa aluna.

Passei a observar os meus colegas mais desinibidos treinando o Inglês deles e via quantos erros eles cometiam e, todas as vezes, eu tinha vontade de corrigi-los. “Esse povo não faz exercício em casa? Não sabem que não é assim que a estrutura funciona? Não percebem que para a terceira pessoa se usa o does e não o do?”

Quando os observava errando, eu sentia pena de eles se exporem daquele jeito e de todos perceberem a falha deles.

Até que um dia, uma das minhas professoras disse que a nossa prova oral seria falar sobre um lugar a que gostaríamos de ir. Eu, super segura do Inglês que eu sabia, reuni todas as informações que gostaria de expor e fui lá pra frente da sala apresentar o trabalho. E olha só: foi um desastre! Sabe por quê? Porque me vi cometendo erros inadmissíveis de gramática e de pronúncia. Percebi que as informações não vinham automáticas na minha cabeça e eu tinha que pensar muito em que palavras usar para expressar determinado pensamento… ou seja, eu não era fluente e estava cometendo os mesmos erros que via os meus colegas cometerem.

Foi só aí que eu vi que não importava o quanto eu tinha me enchido de teorias. Se eu quisesse falar outra língua, eu tinha que treinar falando. Como tudo na vida: aprender a fazer, fazendo. Simples. Não importava o quanto eu soubesse de gramática ou o número de palavras no meu vocabulário. Se eu quisesse ter aquilo funcionando na prática, eu tinha que por pra fora o que eu sabia de teoria. E isso significava necessariamente me expor ao erro. Me senti uma idiota quando vi que meus colegas tinham percebido isso há muito mais tempo que eu, que simplesmente me acomodei apontando e enumerando os erros de cada um.

E sabe? Eu parei pra pensar. Na vida, a gente acaba fazendo a mesma coisa.

A gente se enche de conhecimentos teóricos e, conscientes do quanto sabemos, nos ocupamos apenas em apontar o erro dos outros e ficar com pena das pessoas que burramente não entendem como funcionam as coisas da vida… Queremos corrigir os erros, ensinar que não é desse jeito, mas parece que elas não entendem, nao sabem de nada. E quando chega a nossa vez de viver, de sair da teoria, nos vemos cometendo os mesmos erros ou até piores…

Enquanto não deixarmos de lado essa mania hipócrita de dar lições de moral nas pessoas, é porque ainda não paramos para refletir que nós é que precisamos aprender e não os outros. Eles estão lá errando, mas aprendendo e se importando unicamente com a vida deles. Nós, aqui com pena daqueles pobres coitados que não sabem nada, estamos acomodados apontando o erro deles, vaidosos com nosso profundo entendimento sobre a vida, mas sem metade do conhecimento que mais interessa: o prático!

Ninguém nasce sabendo. Podemos ter aprendido toda a teoria do universo. Mas na prática é outra história. Sempre.

Sub-total

Ou Checklist de 2011.

Encerrei a faculdade, o que inclui:

  • as NPCs (e as NEFs).
  • as peças do Núcleo de Prática Jurídica (obrigado Bernardo, Laís e Kelly, que me ajudaram com todas aquelas peças).
  • os relatórios de audiências (obrigado amigos do 16º JEC, que me ajudaram com as audiências).
  • as centenas de horas no balcão de atendimento (muitas aproveitadas para escrever meu TCC ou jogando Asphalt 6, confesso).
  • o meu famigerado TCC (obrigado profa. Carla e todos os citados e / ou eventualmente esquecidos nos Agradecimentos).
  • infelizmente não encontrar mais todos os dias os amigos que fiz ali.

Li uns livros legais, pude comprar um brinquedinho com meu próprio dinheiro, comecei a estudar Francês e continuei estudando Alemão, dei entrevista, palestrei no III ETC Manaus sobre o Trânsito Manaus e ajudei a desenvolver um serviço pioneiro em Manaus, dei entrevista, e mais entrevista, voltei a escrever nesse blog com mais regularidade do que nada e reclamando bastante, ou fazendo milagres nas horas vagas. Perdi amigos jovens e velhos ídolos.

Nos últimos meses deixei de dar tanta atenção a algumas pessoas tanto quanto gostaria. Meus projetos particulares (citados supra) exigiram mais que mim que o habitual. Não prometo que vou conseguir compensar isso no futuro, mas fica registrado que senti falta.

Dia 30 vou viajar. Pela primeira vez, sozinho. Acho que será um bom aprendizado.

Obrigado a todos que estão sempre por perto. 2011 foi um ótimo ano graças a vocês.

E principalmente, por causa de você.

Stay hungry, stay foolish.

Feliz 2012.

Espaço

Um cara comprou um sítio em frente ao sítio do meu pai. Em um ano de trabalho ele pôs a baixo quase toda a floresta que havia no lugar. Não sei se a porcentagem de floresta preservada nos fundos corresponde ao determinado no código florestal, mas isso não vem ao caso. Alguns donos de sítios próximos fizeram o mesmo.

Não sei quantos neurônios esse pessoal tem, mas derrubar toda a floresta ao redor da casa – não apenas dar aquela margem de distância que evita de uma árvore cair e quebrar as telhas, mas derrubar todas as árvores –, estando a poucos metros de uma estrada de barro vai fazer o ambiente ficar absurdamente mais quente e estupidamente cheio de poeira, ainda que virtualmente mais ventilado. E ainda tem uns que em vez de usar uma cerca comum com arame farpado, gastam uma fortuna com um muro de tijolos, pra elevar a eficiência da estufa. Socorro arquiteta!

O mesmo acontece na cidade. A pessoa mal pagou 5 das 600 suaves prestações da famigerada casa própria e já começa a comprar tijolo pra transformar o lote inteiro num cubo de concreto fervente, que vai exigir uns vinte milhares de BTUs para ser habitável e ainda leva a muito xingamento no Twitter. Nesse caso há também a questão de segurança na equação, posto que o Estado não provê com eficiência, então é melhor relevar.

Queria entender o motivo pelo qual as pessoas buscam constantemente ocupar todo espaço que tem disponível, como se estivessem perdendo dinheiro por não usar todos os recursos de uma vez. Ou talvez seja melhor não entender. Acho que já fui assim, na verdade, em relação a HDs, prateleiras e gavetas, mas tento pegar mais leve hoje em dia.

Nenhum recurso no Mundo é, com exceção da burrice humana, infinito.

Você não pertence a este círculo!

Isto não é sobre Google Plus.

Às vezes a gente se vê em meio a um ambiente de trabalho ou de estudo/ensino onde os métodos estão presos a costumes antigos que não são produtivos porém são cômodos para a maioria dos envolvidos.

Nada contra processos e metodologias antigas. Existe uma série de livros antigos que, não fossem os conteúdos desatualizados pelo curso natural do progresso da ciência a que se destinam, seriam muito melhores que os produzidos hoje em dia, seja pela linguagem for dummies ou repleta de embromação, seja pela burrice do autor.

Mas voltando ao anseio de mudança de métodos, quando a gente percebe esse incômodo e passa a buscar espaço para propor e implementar os resultados destes anseios e tem-se a boa fortuna de encontrar pessoas dispostas a compartilhar deste objetivo, experimenta-se, cria-se, molda-se os resultados da experimentação e assim, segue-se em frente rumo a uma maior eficiência.

Entretanto, em outros lugares ocorre o oposto: as pessoas sentem-se incomodadas, por vezes até ofendidas, menosprezam sua opinião, preferem manter-se dentro de sua zona de conforto. Por fim, dizem que você está no lugar errado.

Memória

Não é a primeira vez que eu penso sobre memória, mas vou tentar ser menos bobo que da última vez.

Eu considero minha memória razoável, na medida em que consigo guardar várias coisas que preciso, mas ao mesmo tempo tenho, cada vez mais, dispensado a dispositivos eletrônicos parte dos dados que em outros momentos eu costumeiramente memorizaria.

Já tive vontade de ter uma memória mais capaz, mas à medida que os anos foram passando, fui percebendo que os benefícios nem sempre compensam as desvantagens. Palavra de quem guarda tantas coisas que fariam um psicólogo o encaminhar para o psiquiatra em menos de 15 minutos.

A memória que decora o telefone daquela menina bonita que eu conheci no cinema é a mesma que me traz à tona todos os erros que meu amigo já cometeu comigo e que me fazem nunca confiar plenamente nele de novo (e se ele tiver, de fato, mudado?…). A memória que decora aquela receita de canjica que a minha tia fazia pra mim na infância é a mesma que me faz ficar me remoendo por não ter aceito aquela proposta de emprego que um outro idiota qualquer pegou e hoje está melhor, financeiramente, que eu (e se ele estiver estressado, tendo problemas de saúde e tendo menos tempo pra família por conta da função?…). Let it be…

A memória me deixa preso demais ao passado e me impede de viver melhor, e de forma mais plena, o presente.

Da participação em sala de aula

A cena descrita abaixo é fictícia. Nenhuma das falas foi inspirada em personagens ou situações reais. O objetido do post é alertar para o perigo da distração causada pelo uso de dispositivos móveis e internet em sala de aula.

Professor: – Então Artemiso, diante da eluscidante leitura destes 75 artigos do Código Processual Dental, dê sua opinião a respeito.

Artemiso: – Não sei professor.

P: – Como assim, não sabe?

A: – É… não sei.

P: – Todos aqui que estavam acompanhando a leitura, sem ter morrido de tédio e puxado um celular para ficar no Twitter, Facebook, MSN ou joguinhos chegaram a alguma conclusão a respeito do assunto, não é mesmo?

(dois alunos e meio, numa turma de 60 balançam a cabeça afirmativamente, os outros estavam entretidos com algo mais interessante)

A: – Sim professor. Mas eu não sei o que comentar.

P: – E não tem nada que você gostaria de acrescentar a respeito?

A: – Ah, bem… Tem sim. Mas é muito pouco. É que a minha mente foi moldada por aulas e leituras medíocres ao longo destes anos de cursinho… digo… de curso. As provas que me foram aplicadas na sua infeliz maioria eram compostas por perguntas que visavam decair pontos de situações hipotéticas impossíveis em vez de análises de casos reais, pegadinhas onde uma rápida consulta ao Vade Mecum fundamenta a resposta errada para o professor. Tem também aqueles professores cuja aula é medíocre porém a prova é fuderosa (ou ainda, cheia de questões de um famoso exame, como se ele fosse o único e derradeiro motivo de estarmos aqui), com o objetivo de fazer o aluno cobrir o déficit abissal com o estudo por conta própria, assim se redimindo com Miguel Reale que está no Olimpo intercendo por nós diante de Ártemis. Por fim, tem gente idiota como eu que fica interferindo no andamento da sua aula com impropérios, com o único objetivo de receber atenção da turma…

P: – Realmente, espero que não aconteçam mais interrupções como esta. Dando prosseguimento à aula…

E nada mudou.

Da utilidade de ir à aula

Eu gostaria que as aulas fossem menos uma descrição de como as coisas são e mais uma explicação de como as coisas são como são.

Ainda que nós, enquanto alunos, sejamos os únicos responsáveis por buscar as explicações e fundamentações do conhecimento que precisamos ter nos livros e demais produções acadêmicas sobre o assunto, aulas que apenas descrevem como são as coisas são inúteis, uma perda de tempo, porque as mudanças são constantes e até que saiamos da academia muita coisa pode mudar, e se aprendemos apenas uma descrição das coisas como eram, tudo passa a ser um conhecimento inútil e desatualizado. Uma perda de tempo irreparável.

Os parágrafos anteriores foram genéricos propositadamente, para que possam ser moldados a qualquer ciência. Entretanto, trazendo o problema para o curso de Direito, seria melhor se os professores, em vez de tentar ler o Vade Mecum inteiro durante duas horas, coisa que os alunos poderiam muito bem fazer em casa ou na biblioteca, aproveitassem o tempo para explicar o motivo de as leis terem sido elaboradas da forma como foram, quais anseios os legisladores visaram contemplar com a elaboração das leis e que fundamentos foram utilizados para se chegar ao resultado final. Tratar também dos efeitos que as leis sancionadas causaram e, quem sabe, inquirir os alunos sobre que mudanças mais poderiam ser efetuadas.

Com isso passaríamos a ter discussões mais profundas e produtivas, além de adquirir uma bagagem de reflexões mais útil e adaptável à medida em que surgem novas normas. Isso seria um estímulo a vir à faculdade, visto que haveria algo a mais do que se pode adquirir estudando sozinho em casa.

Conto de Natal

Dedicado a todos aqueles que odeiam o Natal.

Certa vez eu estava indo para a ceia na casa de um tio e, passando ali pelo Hiléia, paramos no antigo sinal que tinha na entrada do Cj. Santos Dumont. A janela do carro estava aberta. Do lado parou um caminhão de lixo. O gari, fedendo e faltando alguns dentes, sorriu pra mim e disse “Feliz Natal”. Eu retribui a saudação e sorri, acenando com a cabeça. O sinal abriu e seguimos a diante rumo ao nosso destino.

Naquele dia aquele gari me fez pensar que: se ele, apesar de estar naquela situação, tendo que trabalhar com manejando dos outros que, naquele mesmo momento estavam celebrando com fartura na noite de Natal, e ainda assim era capaz de sorrir e demonstrar alguma aparente felicidade, por que eu, que estava limpo e confortável, de férias e sem tantas obrigações, e iria logo em seguida comer de uma mesa farta, poderia estar triste?

Eu sei que a Simone, o cavaquinho, o excesso de hormônios e excassez de neurônios da adolescência, o calor, a falsidade de algumas pessoas, o trânsito, ou talvez a sensação de não ter feito tudo o que desejava no ano que passou, podem causar algum desânimo. Mas para você que está agora confortavelmente caindo de boca no peru e fica ao mesmo tempo com esse papinho de “odeio o Natal”, fique com o meu:

– Cala a boca! Aprenda a dar valor ao que você tem.

Obrigado pela atenção e voltemos agora à nossa programação normal.

PS: Sim, eu sei que algumas pessoas odeiam o Natal por causa do Capitalismo, blá blá blá.

Mensagem de Natal e Ano Novo

Este texto é uma adaptação que fiz de um texto que recebi por e-mail, originalmente composto por uma gestora de recursos humanos chamada Natália. Fiz tantas adições e modificações no texto, inclusive alterando o sentido e a posição de várias frases, que ele quase dobrou de tamanho. Enfim, fiquem com a mensagem.

Queridos,

Dentro de poucos dias estaremos no último dia do ano de 2009. E no dia 31, após o tilintar dos relógios, virá o Ano Novo. O engraçado é que – teoricamente – continua tudo igual. Ainda seremos os mesmos. Ainda teremos os mesmos amigos. Alguns o mesmo emprego. Outros, o mesmo cônjuge. As mesmas dívidas emocionais ou financeiras. Ainda seremos fruto das escolhas que nós mesmos fizemos durante a vida. Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos neste ano que passou.

A diferença sutil é que, quando o relógio nos avisar a passagem do dia 31 de dezembro de 2009 para 1º de janeiro de 2010, teremos um ano inteiro pela frente! Um ano novinho em folha! Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever. Para um físico, pode não fazer a mínima diferença, afinal, um ano representa apenas a completa rotação da Terra ao redor do eixo do Sol. Para um estrategista de uma empresa, pode ser a melhor forma de definir um ponto de partida e de término para a obtenção de metas. Porém, retomando o pensamento, um ano para começarmos o que ainda não tivemos oportunidades, coragem, força de vontade. Um ano para perdoarmos os erros, um ano para sermos perdoados dos nossos, um ano para refazer nossas atitudes e pensamentos. 365 dias para fazer aquilo que quisermos. Ou para deixar que façam o que quiserem conosco. Também há essa escolha.

Exatamente por isso, desejo que você faça as melhores escolhas. Desejo que sorria o máximo que puder. Fale ou ponha em prática o que tem em mente, e não espere pelos outros. Cante aquilo que quiser (menos pagode, se bem que pagode não é música). Durma o suficiente. Ame mais. Abrace bem apertado. Despeça-se sempre com um sorriso. Fique feliz por estar vivo e ter sempre mais uma chance para recomeçar. Agradeça às suas escolhas pois, certas ou não, elas são suas e ninguém é responsável por elas além de você.

Gostaria de agradecer à família, e aos amigos que eu tenho. Aos que me acompanham desde muito tempo. Aos muitos amigos que fiz este ano. Aos que eu encontro pouco, mas lembro muito. Aos que eu encontro muito e estão sempre comigo. Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria. Aos que eu via todos os dias, e hoje não vejo mais. Aos que moram perto e eu vejo sempre. Aos que moram perto, e eu quase não vejo. Aos que me seguram, quando penso que vou cair. Aos que eu dou a mão, quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos. Aos que sinto uma enorme saudade. Aos que parecem anjos, mas estão aqui e me fazem perceber algo de divino neste mundo. A todos vocês, por quem tenho grande apreço, carinho, estima ou amor.

Muito obrigado, meus queridos e queridas, pessoas especiais por fazerem parte da minha vida e da minha história. Obrigado por estarmos juntos sempre, de um jeito ou de outro, e por termos tido a oportunidade de conversar, de desabafar, de chorar, de crescer, de amadurecer, de sorrir, reencontrar, relembrar, de imaginar, e de nos aproximarmos mais! E que possamos ter sempre mais atitude, porque sabemos que quem apenas espera, fica à mercê da boa vontade dos outros, e não há glória naquilo que se conquista sem esforço.

Desejo a você um Feliz Natal, repleto de Paz, Saúde, Amor e Alegria. Que você possa estar perto daqueles aqueles que você ama. E que 2010 seja um ano bem mais feliz, amoroso e próspero, onde seus projetos concretizem-se de verdade, e você ponha em prática tudo aquilo que planeja e tem condições de realizar, mas lhe faltou iniciativa para materializar no ano que passou. Que a palavra “adiar” seja banida do seu dicionário. Que a palavra “conseguir” seja usada exaustivamente.

E, sendo católico ou protestante, judeu ou muçulmano, budista ou agóstico, ateu ou fundamentalista, capitalista ou socialista, enfim, seja que -ista você designar a si mesmo, compartilho agora aquilo que, para mim, deve ser o (blá-blá-blá) sentido do Natal: um marco que lembre a todos a importância do fazer o bem ao próximo. Ponto. Se todas as pessoas, apesar de cada uma de suas diferenças, agirem com pelo menos este pensamento em comum, todos viveremos em um Mundo melhor.

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