Brasília, 18 de março de 2008.
De manhã cedo fomos à Embaixada Americana dar entrada com o pedido de renovação do visto americano.
É proibido levar qualquer aparelho eletrônico, ou seja, iPod, celular e laptop ficaram no hotel. Revista policial na entrada semelhante à do aeroporto para em uma viagem internacional. Entrando e atravessando o jardim, nos ajuntamos a uma fila de umas 50 pessoas, que logo chegaria a umas 100 pessoas.
45 minutos de espera para apresentar os documentos. 15 minutos para sermos entrevistados. 3 minutos de entrevista. Espanto do cônsul com os 16 carimbos de entrada nos EUA – provavelmente acompanhado do pensamento: “se esse povo quisesse ficar lá, já teria ficado” – perguntou com que frequência íamos para os EUA, quem era o nosso amigo que nos hospeda sempre que chegamos lá e, enfim, a aprovação.
Mas a missão não ainda não estava completa. Ainda pagamos mais uma taxa na agência do SEDEX que tinha lá dentro mesmo, para enviarem os passaportes com visto pra casa.
De tarde, fomos ao Casa Park, CTIS, Carrefour, ParkShopping, LeRoy. Todas na EPIA. Todas a pé.